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sábado, 1 de agosto de 2026

Pedrogão Grande -> Portugal

 


    O que ver e o que fazer em Pedrogão Grande? Esta vila do centro de Portugal está rodeada por serras e por vales tranquilos, tem diversas praias fluviais com águas cristalinas e passadiços onde se pode caminhar e apaixonar-se pelas paisagens!

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Como chegar...

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    Sendo esta localização em Portugal, é possível chegar de diversas formas, seja a partir de Lisboa, do Porto ou de outra região do país:

  •  Carro - É a forma mais flexível e prática. A partir de Lisboa, a viagem demora cerca de 2h pela A1 e depois pela IC8.
  •  Comboio - Pedrógão Grande não tem estação ferroviária, pela que a opção seria viajar até Pombal ou Tomar (com comboios Intercidades ou Regionais da CP) e depois seguir de autocarro ou de carro até Pedrogão Grande. 
  •  Autocarro - Empresas como a Rede Expressos fazem ligação direta de Lisboa e Porto até Pedrogão Grande, esta será uma opção mais tranquila e económica.
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Clima e Temporadas Turísticas

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      Pedrogão Grande apresenta Invernos com temperaturas entre os 6ºC e os 12ºC, com maior probabilidade de chuva, tornando esta região mais calma e sossegada e os Verões apresentam temperaturas entre os 28ºC e os 34ºC, ideais para aproveitar as praias fluviais.
  
      Quais as Temporadas Turísticas?
  •  Meses em que a frequência turística é mais baixa: De Novembro a Março, uma vez que as temperaturas são mais baixas e há maior probabilidade de chuva e frio.
  •  Meses em que a frequência turística é mais alta: De Junho a Setembro, com grande foco no mês de Julho Agosto devido ao calor e às férias escolares.  
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      Arouca, mais específico para realizar os Passadiços do Paiva. Têm Verões moderadamente quentes, com temperaturas entre os 25ºC e os 32ºC, geralmente em Julho e Agosto são perfeitos para estas caminhadas, embora o calor seja forte e cause alguma desidratação, pelo que a garrafa de água terá sempre de ir com vocês. No Inverno, os dias são mais frescos, com temperaturas entre os 5ºC e os 12ºC, pode chover imenso e não é o ideal para as caminhadas, pois pode se tornar mais escorregadio.
  
      Quais as Temporadas Turísticas?
  •  Meses em que a frequência turística é mais baixa: De Novembro a Março, devido ao frio, `chuva e às más condições do trilho.
  •  Meses em que a frequência turística é mais alta: De Abril a Outubro, sobretudo nos meses de Verão, que é quando há mais turistas nacionais e estrangeiros.
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Roteiro...

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      Sempre adorei viajar, mas apercebi-me com a viagem de 2020 que conhecia muito mais do mundo lá fora do que do meu próprio país. Foi então que decidi fazer pelo menos 1 viagem por ano dentro de Portugal, de forma a descobrir a riqueza das nossas cidades, vilas e das diferentes paisagens naturais que temos!
      Neste sentido, escolhi 2 destinos diferentes, mas que se complementam: Pedrógão Grande, no centro do país e muito conhecido pelas suas praias fluviais e os Passadiços do Paiva, em Arouca, uma das caminhadas mais icónicas de Portugal. O que me trouxe um equilíbrio perfeito entre o descanso e a aventura.

      Optei por viajar de carro, num fim de semana de forma a conhecer estes destinos. Parti de Almada rumo a Pedrógão, uma viagem que durou cerca de 2h17m, onde fiquei hospedada durante 2 dias num alojamento que já não me recordo e no Domingo segui viagem até aos Passadiços do Paiva, uma viagem de carro que durou cerca de 2h20m.  
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 1. Praia Fluvial do Cabril - Esta praia fluvial está situada junto à Albufeira da Barragem do Cabril. Esta praia deixou-me rendida, pois tem uma água calma e transmite um ambiente bastante sereno, o estacionamento é mesmo ao lado da praia. Este espaço tem piscinas flutuantes, parque de merendas, um clube náutico onde é possível alugar caiaques, canoas ou pranchas de paddle. 
    Tem Entrada Gratuita e está oficialmente aberta durante a época balnear, que decorre entre 1 de Junho a 15 de Setembro.

Imagem: Praia Fluvial de Cabril

  2. Passadiços do Paiva - Esta caminhada não é difícil, mas requer algum fôlego, são cerca de 8,7 km  entre Areinho Espiunca (cerca de 2h30m a 3h a caminhar), com subidas e descidas, mas também com uma vista de paisagens incríveis. Ao longo deste caminho, há pequenas praias fluviais e zonas de descanso onde dá para refrescar e recuperar energia no Rio Paiva.

    Os Passadiços do Paiva têm 3 entradas Areinho (por onde comecei os passadiços), Espiunca ou Vau. Estão abertos todos os dias, geralmente das 8h às 20h e o preço ronda os 2 - 3€. Os bilhetes devem ser adquiridos com antecedência (via online), deverão ir com calçado apropriado, muita água e chapéu.
     Este percurso é linear, ou seja se estacionares o carro em Areinho e terminares em Espiunca (ou vice-versa), irá ser preciso um transfer ou um táxi para regressar ao ponto inicial, existem serviços locais que asseguram esse transporte. 

Imagem: Passadiços do Paiva

    Os Passadiços do Paiva têm vistas incríveis da Natureza, ao longo de todo este percurso é possível deslumbrarmo-nos com o serpentear do Rio Paiva entre as montanhas cobertas de verde:

Imagem: Passadiços do Paiva

  3. Ponte 516 Arouca - Esta ponte é uma das grandes atrações desta região. Trata-se da maior ponte pedonal suspensa do mundo, com 516 metros de comprimento a 175 metros de altura sobre o Rio Paiva.
    Inaugurada em Maio de 2021 e liga as margens deste rio. Na altura em que visitei os Passadiços do Paiva, a Ponte 516 ainda não estava ativa para visita, pelo que não consegui viver esta experiência, mas sei que oferece uma vista incrível para a Cascata das Aguieiras

    É recomendado um calçado confortável e está sujeita às condições meteorológicas, ou seja, em dias de vento forte ou de tempestade, o acesso à ponte fica suspenso. Atravessar esta ponte, demora cerca de 10 a 15 minutos.
    Relativamente aos preços, o bilhete da ponte é comprado separadamente dos Passadiços do Paiva.
                    - Adultos = 12€
                    - Estudantes e seniores = 10€
                    - Crianças até 6 anos = Grátis, no entanto não podem atravessar por motivos de segurança

Imagem: Ponte Suspensa

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Espero que tenham gostado e que estas informações tenham sido úteis. Para alguma ajuda na realização de um itinerário tendo em conta a vossa estadia, contactem comigo e irei ajudar!

Até a uma próxima viagem  😚💜
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terça-feira, 21 de julho de 2026

Bacalhôa Buddha Eden -> Bombarral


    O Bacalhôa Buddha Eden, localizado na Quinta dos Loridos, no Bombarral, é o maior jardim oriental da Europa, estendendo-se por cerca de 35 hectares. Este espaço foi criado pelo empresário José Berardo como um símbolo de paz e de protesto contra a destruição dos Budas Gigantes de Bamyan, no Afeganistão, em 2001. Atualmente, combina a Natureza, espiritualidade e arte, proporcionando um percurso tranquilo onde se encontram centenas de esculturas monumentais, lagos, jardins e obras de arte contemporânea.

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Como chegar...

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    Sendo esta atração localizada na região Oeste de Portugal, o Bacalhôa Buddha Eden, no Bombarral, é de fácil acesso a partir de várias zonas do país:

  •  CarroÉ a forma mais prática e confortável de chegar ao jardim. A partir de Lisboa, a viagem demora cerca de 50 minutos pela A8. Desde o Porto, o percurso tem uma duração aproximada de 2h15, também pela A1 e A8.
  •  AutocarroExistem ligações regulares da Rede Expressos entre Lisboa, Porto e o Bombarral. A partir do terminal rodoviário da vila, o jardim fica a poucos minutos de carro ou de táxi, sendo uma alternativa cómoda para quem prefere utilizar transportes públicos.
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    1. Buddha Eden - A entrada monumental do Bacalhôa Buddha Eden dá as boas-vindas aos visitantes através de um imponente portal de inspiração oriental, marcado pelos seus telhados tradicionais e pelos detalhes esculpidos em pedra. É o ponto de partida para uma visita que combina a arte, a Natureza e a tranquilidade, sendo também um dos locais mais fotografados do jardim.

Imagem: Buddha Eden

    O Buddha Eden está geralmente aberto de Janeiro a Abril e de Outubro a Dezembro das 9h às 18h (coma última entrada às 17h30m) e de Maio a Setembro das 9h às 19h (com a última entrada às 18h30m). Relativamente aos preços:
      - Entrada no Jardim = 7€
      - Comboio Turístico = 8€, Gratuito para crianças até 3 anos.
      - Crianças até 12 anos = Gratuito

Imagem: Buddha Eden

A Galeria de Arte Africana, é uma das áreas mais originais do Bacalhôa Buddha Eden. Nesta zona, a vegetação tropical mistura-se com esculturas contemporâneas em pedra, metal e madeira, criando um ambiente onde a arte e a Natureza convivem em perfeita harmonia.

Imagem: Buddha Eden

Pelo caminho encontram-se esculturas de animais, figuras humanas, corujas metálicas, suricatas, cavalos em arame e diversas obras abstratas que convidam à interpretação. Algumas das peças encontram-se junto a pequenos lagos e passadiços de madeira, proporcionando cenários muito fotogénicos e diferentes dos restantes espaços do jardim. A presença das palmeiras e da vegetação exuberante reforça a sensação de tranquilidade, tornando este um dos locais mais agradáveis para passear e descobrir cada obra ao seu ritmo.

Imagem: Buddha Eden

Inspirado nos famosos Guerreiros de Xi'an, descobertos na China em 1974, o Exército de Terracota é uma das atrações mais marcantes do Bacalhôa Buddha Eden. Nesta área encontram-se cerca de 600 soldados de terracota, pintados em tons de azul e organizados em formação militar, recriando o impressionante exército que guardava o túmulo do primeiro imperador chinês, Qin Shi Huang.

Imagem: Buddha Eden

Ao longo do Bacalhôa Buddha Eden encontram-se diversas esculturas inspiradas na mitologia oriental, sendo os dragões chineses algumas das mais impressionantes. Na cultura chinesa, o dragão é um símbolo de força, sabedoria, prosperidade e boa sorte, estando frequentemente associado à proteção e ao equilíbrio entre a Natureza e o Ser Humano.

Imagem: Buddha Eden

Entre as esculturas monumentais do Bacalhôa Buddha Eden destaca-se a imponente Guanyin de Mil Braços, uma das representações mais simbólicas da tradição budista. Guanyin é conhecida como a Deusa da Compaixão e da Misericórdia, sendo venerada por representar a bondade, a proteção e o auxílio a todos os seres. Os seus inúmeros braços simbolizam a capacidade de ajudar várias pessoas em simultâneo, enquanto cada mão representa um gesto de proteção, sabedoria e compaixão. 

Imagem: Buddha Eden

O coração do Bacalhôa Buddha Eden é ocupado por um conjunto de esculturas monumentais de inspiração budista, onde se destacam o imponente Buda Reclinado (na tradição budista, esta posição simboliza os últimos momentos da vida de Buda antes de alcançar o Parinirvana, representando a paz, a serenidade e a libertação do sofrimento), as majestosas estátuas de Guanyin e os tradicionais Budas Sorridentes. Distribuídas por diferentes níveis do jardim, estas esculturas criam um cenário de grande impacto visual e simbolizam valores como a paz, a serenidade, a prosperidade e a compaixão.

Imagem: Buddha Eden

As escadarias, os jardins cuidadosamente desenhados e as esculturas espalhadas pelo percurso conduzem os visitantes até ao topo, proporcionando diferentes perspetivas sobre este espaço. Pelo caminho encontram-se ainda cabeças de Buda parcialmente integradas na vegetação e leões guardiões, figuras tradicionais da cultura oriental associadas à proteção dos templos e dos locais sagrados.

Imagem: Buddha Eden

Ao longo dos caminhos do Bacalhôa Buddha Eden encontram-se diversos portais tradicionais chineses, conhecidos como paifang. Estes portais simbolizam a entrada em espaços de contemplação e espiritualidade, conduzindo os visitantes a esculturas inspiradas na arte e na cultura oriental.

Imagem: Buddha Eden

Sob cada portal encontram-se relevos em pedra cuidadosamente esculpidos, representando figuras budistas, divindades, dragões e outros elementos da mitologia chinesa. Cada peça possui um significado próprio, associado a valores como a sabedoria, a proteção, a prosperidade, a longevidade e a harmonia entre o ser humano e a natureza. 
Os dragões, muito presentes nestas esculturas, simbolizam força, poder, boa sorte e proteção. Já as representações de Guanyin e de outras figuras sagradas evocam a compaixão, a serenidade e a paz interior, convidando os visitantes a fazer uma pausa e apreciar o simbolismo de cada obra.

Imagem: Buddha Eden

O anfiteatro do Bacalhôa Buddha Eden é um amplo espaço ao ar livre, concebido para acolher eventos, espetáculos e diversas atividades culturais. Com uma estrutura em semicírculo, oferece uma excelente visibilidade sobre a área central, criando um ambiente que convida ao convívio e à contemplação.

Nas traseiras do anfiteatro destaca-se um jardim cuidadosamente tratado, decorado com ciprestes, bambus e esculturas contemporâneas, que acrescentam cor e elegância ao espaço. Ao longo do muro podem ainda observar-se figuras inspiradas na arte oriental, reforçando a ligação entre a arquitetura do anfiteatro e a temática do parque.

Imagem: Buddha Eden

O Pavilhão Chinês é um dos cenários mais pitorescos do Bacalhôa Buddha Eden. Construído sobre o lago e acessível através de uma elegante ponte vermelha, inspira-se na arquitetura tradicional chinesa, destacando-se pelas suas linhas curvas e pela cor vibrante que contrasta harmoniosamente com a paisagem envolvente.

À medida que se atravessa a ponte, o ambiente torna-se ainda mais tranquilo, proporcionando uma agradável sensação de serenidade. O lago que envolve o pavilhão reflete a vegetação, as esculturas e as construções próximas, criando um cenário de grande beleza, muito procurado pelos visitantes para fotografias.

Imagem: Buddha Eden

Depois de percorrer os extensos jardins, o Bacalhôa Buddha Eden dispõe de um agradável café e snack-bar, onde os visitantes podem fazer uma pausa para recuperar energias. A esplanada oferece uma vista privilegiada sobre parte do jardim, proporcionando um ambiente tranquilo para descansar antes de continuar a visita.

Sendo o parque propriedade da Bacalhôa Vinhos de Portugal, é também possível provar alguns dos seus vinhos, produzidos em diferentes regiões do país. Entre as opções disponíveis encontram-se vinhos brancos, tintos, rosés e espumantes, permitindo aos visitantes complementar a experiência artística e paisagística com uma componente gastronómica. Além do snack-bar, o espaço conta ainda com um restaurante e uma loja onde podem ser adquiridos vinhos e outros produtos da marca.

Imagem: Buddha Eden

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Até a uma próxima viagem  😚💜

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segunda-feira, 22 de junho de 2026

Quebra-Nozes -> Portugal

 


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"Quebra-Nozes"

🩰

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    No dia 7 de Dezembro de 2024, tive a oportunidade de assistir a um dos maiores clássicos do Ballet: "Quebra-Nozes", apresentado pelo Ballet de Kiev no Teatro Tivoli BBVA, em Lisboa. 

   Apesar de já conhecer a história, vê-la ganhar vida em palco foi uma experiência completamente diferente. Desde os primeiros minutos, fui envolvida pela beleza da música, pela elegância dos bailarinos e pelos cenários que nos transportam para um verdadeiro conto de Natal.

    O Quebra-Nozes conta a história de Clara, uma menina que recebe um quebra-nozes na noite de Natal e embarca numa viagem mágica repleta de fantasia, personagens encantadas e momentos inesquecíveis. A combinação entre a dança e a música cria uma atmosfera única, capaz de prender a atenção do público do início ao fim.

    Um dos aspetos que mais gostei foi a capacidade dos bailarinos transmitirem emoções sem recorrer a palavras. Cada movimento parecia contar uma parte da história, tornando o espetáculo ainda mais envolvente.

    Foi também uma excelente oportunidade para apreciar a arte do ballet, uma forma de expressão que exige enorme dedicação, técnica e sensibilidade artística.

     Saí do teatro com a sensação de ter vivido algo especial. Mais do que um espetáculo, Quebra-Nozes é uma experiência que nos faz sonhar e recordar a magia do Natal.

     Se tiverem oportunidade de assistir a esta obra clássica, recomendo vivamente. É um espetáculo capaz de encantar crianças e adultos, independentemente da idade.


Até à próxima 😚💜
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domingo, 24 de maio de 2026

Fantasma da Ópera -> Portugal


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"The Phanton of the Opera"

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    No dia 19 de Outubro de 2025, tive a oportunidade de assistir a um dos musicais mais emblemáticos do mundo: "The Phantom of the Opera", apresentado no Campo Pequeno, em Lisboa. Foi a primeira vez que vi esta produção ao vivo e posso dizer que correspondeu totalmente às expectativas.

Imagem: Campo Pequeno

    Foi uma experiência inesquecível, muito especial, principalmente pela forma como a música, os cenários e a interpretação dos atores conseguiram transportar-nos para outra época. Desde os primeiros momentos senti aquela mistura entre mistério, romance e tragédia que torna esta história tão marcante. Houve momentos em que parecia impossível desviar o olhar, porque cada detalhe contribuía para a intensidade da narrativa.

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Um pouco sobre a história...

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    The Phantom of the Opera é um musical composto por Andrew Lloyd Webber, baseado no romance Le Fantôme de l'Opera de Gaston Leroux, publicado em 1910.

    A história acompanha Christine Daaé, uma jovem cantora de ópera que passa a ser orientada secretamente por uma figura misteriosa conhecida como o Fantasma da ÓperaEscondido nas profundezas do teatro, o Fantasma desenvolve uma obsessão por Christine e influencia o seu percurso artístico.

    Ao longo da narrativa surge também Raoul, amigo de infância de Christine, formando-se um triângulo marcado pelo amor, obsessão, ciúme e sofrimento...

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    Um dos momentos que mais me impressionou foi a presença do enorme candelabro, um elemento icónico deste musical. A iluminação, o ambiente mais sombrio e a forma como o cenário mudava ao longo do espetáculo conseguiram criar uma sensação constante de mistério e tensão.

    Ver todo o elenco reunido, perante um cenário tão marcante e com este candelabro por cima, tornou o final ainda mais especial. Foi daqueles espetáculos que não vivem apenas pela história, mas por toda a atmosfera criada ao longo da apresentação. 

Imagem: Despedida

Até à próxima 😚💜
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Pedrogão Grande -> Portugal

      O que ver e o que fazer em Pedrogão Grande? Esta vila do centro de Portugal está rodeada por serras e por vales tranquilos, tem divers...